Na vida em sociedade de povos ancestrais mesoamericanos como os Astecas e Maias eram utilizados muitos sistemas de calendário para acompanhar os ciclos do tempo. A Longa Contagem monitorava as grandes eras que atravessamos no cosmos. O Tzolkin, com um foco em autoinvestigação, sincronizava a vida a arquétipos coletivos que chegam ao planeta como uma maré de frequências do tempo. As 13 Luas guiavam o tempo das plantações e dos ciclos naturais do planeta, junto as estações do ano.

Havia também um ciclo de 20 dias, chamado Vinal. O ano também era dividido em 18 vinais e cada um era um período em que determinada função social comunitária era desempenhada, cada um também com seu nome próprio. Como 18 vinais (18x20) = 360, existia também um ciclo extra, o ciclo de número 19, de 5 dias em que as pessoas se recolhiam para processar aquele ciclo vivido, e para perdoar aos outros e a si mesmos por qualquer desvios de sua vibração, de sua essência, que tenham acontecido. Esse ciclo 19 é também chamado Uayeb e vai dos dias 20 a 25 de Julho. Ao fim desse ciclo, todos se reuniam para celebrar o tempo presente e sonhar o tempo porvir.

Te convidamos a sentir o fechamento de um ciclo e usar os próximos dias como um período de perdão para o que tiver que ser perdoado. Abrir espaço para sonhar sementes para um tempo por vir. Ofertaremos uma experiência aberta de Dia Fora do Tempo com convidados que falam e vivem este serviço planetário de plantar sementes. Dia 25/7, de 15h às 18h, horário de Brasília. Compartilhe e ajude na divulgação. Inscreva-se no link:

25/7 Dia Fora do Tempo: Sementes são Sonhos
Experiência aberta de Dia Fora do Tempo com convidados que falam e vivem este serviço planetário de plantar sementes.